Havia um rapaz que vivia no campo, com os seus pais e dois irmãos.
Era uma casa muito bonita, com árvores, que davam fruto todo o ano.
Enfrente à casa do menino, passava uma ribeira que formava um lago, onde viviam muitos peixes, pedras bonitas...
No Verão o rapaz costumava tomar banho no lago. Numa noite de Verão, o rapaz estava sentado á beira do lago, quando houve um ruído, debaixo de água. Foi lá ver e de repente, viu uma carpa muito grande com a cabeça de fora de água que lhe disse olá. O rapaz ficou muito impressionado com o que aconteceu. Conversaram e logo ficaram amigos. O peixe ficou a viver no lago!
Passou o Verão e chegou o Outono mas ainda estava muito quente e o rapaz podia tomar banho.
Um dia o rapaz ouviu uma conversa, entre o pai e a mãe. Estavam muito preocupados com a falta de alimento devido ao Outono não trazer chuva…Estavam muito tristes. Até que a mãe, se lembrou que tinha visto uma grande carpa no lago e tiveram a ideia de a caçar, logo pela manhã. O rapaz vai logo ter ao rio contar ao peixe o que tinha ouvido, choraram os dois e o peixe foi-se embora. No dia seguinte o pai não apanha a carpa e fica triste.
Passados alguns dias o rapaz volta a ver o peixe e fica muito contente. Ao abraçar o peixe, este conta-lhe que tinha trazido comida que estava num barco encalhado. O menino foi contar ao pai que um peixe amigo tinha trazido comida. O pai ficou muito grato ao peixe.
No dia seguinte o pai pôs uma tabuleta no rio a dizer que era proibido pescar e o rapaz pôs outra tabuleta a dizer que ele aquele rio tinha um segredo e que era só dele.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Ficha de Leitura ( Os três Reis do Oriente )
O Príncipe Zukarta da cidade de Kalash, instaurou num templo o culto do bezerro de ouro, onde os ricos iam lá pôr ouro e os pobres não punham porque não o possuíam.
Uma delegação de homens foi ao palácio do rei Gaspar perguntar-lhe por que é que ele não punha ouro no bezerro e ele respondeu-lhes que o Deus dele era outro. Os homens muito ofendidos disseram que ele não tinha mais a ajuda do exército. Nos dias seguintes, houve vários roubos no palácio de Gaspar. Numa noite, Gaspar rezou ao seu Deus e depois da lua desaparecer uma estrela apareceu e ele seguiu aquela estrela que deslizava para o ocidente.
Noutro lado do mundo havia uma placa de barro que passou de geração em geração e o rei Melchior não sabia o que dizia. Propôs a 3 assembleias que o ajudassem. A primeira foi um grupo de historiadores. A segunda foi um grupo de letrados. A terceira foi um grupo de sapientes. Depois da 3º assembleia se ir embora a sala ficou vazia. De noite, depois da lua se pôr, Melchior viu a mesma estrela que Gaspar e nesse momento, decidiu seguir essa estrela.
O rei Baltazar adorava banquetes e festas. Numa certa noite, um escravo tocava-lhe uma música triste. No final da música Baltazar foi para o terraço do seu palácio ver as estrelas. De repente vê um homem triste, pobre e com fome. Baltazar tem uma vontade aguda de chorar e com pena mandou o homem entrar e ordenou aos escravos que o servissem, mas o homem quando viu que ele era rei, saiu a sete pés.
No dia seguinte Baltazar mandou os guardas procurá-lo, mas eles não o encontraram porque havia muitos pobres na cidade. Baltazar decide ir procurá-lo e repara na pobreza que existe na sua cidade. Ao chegar ao palácio, sem o seu “amigo”, manda os seus ministros distribuir os seus tesouros, mas eles disseram que se fizessem isso o reino ficava na pobreza.
Ao cair da noite Baltazar reza ao Deus que dá aos pobres e não recebe nada deles. Depois da lua se pôr, uma estela aparece a Baltazar (a mesma que Gaspar e Melchior viram) e ele reconheceu-a logo porque ela mostra alegria una, sem falha e seguiu-a.
Uma delegação de homens foi ao palácio do rei Gaspar perguntar-lhe por que é que ele não punha ouro no bezerro e ele respondeu-lhes que o Deus dele era outro. Os homens muito ofendidos disseram que ele não tinha mais a ajuda do exército. Nos dias seguintes, houve vários roubos no palácio de Gaspar. Numa noite, Gaspar rezou ao seu Deus e depois da lua desaparecer uma estrela apareceu e ele seguiu aquela estrela que deslizava para o ocidente.
Noutro lado do mundo havia uma placa de barro que passou de geração em geração e o rei Melchior não sabia o que dizia. Propôs a 3 assembleias que o ajudassem. A primeira foi um grupo de historiadores. A segunda foi um grupo de letrados. A terceira foi um grupo de sapientes. Depois da 3º assembleia se ir embora a sala ficou vazia. De noite, depois da lua se pôr, Melchior viu a mesma estrela que Gaspar e nesse momento, decidiu seguir essa estrela.
O rei Baltazar adorava banquetes e festas. Numa certa noite, um escravo tocava-lhe uma música triste. No final da música Baltazar foi para o terraço do seu palácio ver as estrelas. De repente vê um homem triste, pobre e com fome. Baltazar tem uma vontade aguda de chorar e com pena mandou o homem entrar e ordenou aos escravos que o servissem, mas o homem quando viu que ele era rei, saiu a sete pés.
No dia seguinte Baltazar mandou os guardas procurá-lo, mas eles não o encontraram porque havia muitos pobres na cidade. Baltazar decide ir procurá-lo e repara na pobreza que existe na sua cidade. Ao chegar ao palácio, sem o seu “amigo”, manda os seus ministros distribuir os seus tesouros, mas eles disseram que se fizessem isso o reino ficava na pobreza.
Ao cair da noite Baltazar reza ao Deus que dá aos pobres e não recebe nada deles. Depois da lua se pôr, uma estela aparece a Baltazar (a mesma que Gaspar e Melchior viram) e ele reconheceu-a logo porque ela mostra alegria una, sem falha e seguiu-a.
Ficha de Leitura ( O Rapaz de Bronze )
Havia um jardim cheio de Tílias, Bétulas, Carvalhos, Magnólias e Plátanos. Ainda havia roseiras, jardins de buxo e pomares.
Num jardim de buxo, existia um canteiro de Gladíolos. Eles achavam que o lugar mais chique do jardim, era onde eles moravam. Achavam-se os mais importantes e diziam, que outras plantas, como o cravo cheiravam a dentista.
Os Gladíolos admiravam as Camélias porque elas não tinham perfume, admiravam ainda mais as plantas de Estufa. Mas realmente, as flores que eles amavam, eram as Tulipas, porque de Inverno o jardineiro dizia que as Tulipas eram muito caras e eles achavam que tinham as pétalas mais bem recortadas. Mas havia uma planta que eles detestavam, era o Muguet.
Um dia nasceu um Gladíolo e os seus companheiros, (Gladíolos) estavam a ser colhidos, e este tinha inveja dos seus companheiros. Um dia a dona disse ao jardineiro que não cria mais Gladíolos. Ele ficou muito triste e foi ter á estufa com as suas amigas, e depois foi dar uma volta.
Até que vê a dona de casa a dar uma festa e ele também quis. Então foi ter com o rapaz de Bronze (rei da noite), e convenceu-o a dar uma festa. Eles precisavam da Comissão de organização do baile que ia ser ele, a Orquídea, a Begónia, a Tulipa, o Cravo e a Rosa.
No dia seguinte de noite lá estava toda a comissão. Então decidiram que a festa ia ser na Clareira dos Plátanos e a orquestra ia ser constituída por Rãs, Cocos … Na Clareira dos Plátanos havia uma jarra e precisavam de decorá-la então decidiram que ficava lá bem a filha do jardineiro (Florinda).
No dia seguinte à noite um rouxinol cantou na janela da Florinda, ela desceu da janela e foi com o rouxinol. No caminho viu o rapaz de Bronze, ficou muito surpreendida porque pensava que ele era uma estátua, mas este explicou-lhe que durante a noite ele era livre como as flores.
Foram para o lugar da festa e sentaram-se na tal jarra e viram as flores a dançar muito bem. A Tulipa que fazia parte da Comissão sentou-se na margem do lago, passado um tempo viu um Nardo e começou a dançar com ele. Mas ele foi logo atraído pelo perfume da Muguet. A Tulipa voltou a sentar na margem do lago, o Gladíolo pediu-lhe para dançar mas ela não quis. O rapaz de Bronze e a Florinda estavam muito divertidos. Até que o dia renasce e todas as plantas foram para o seu canteiro e o rapaz de Bronze levou a Florinda já a dormir para casa.
Esta na escola conta ás suas amigas tudo o que se passou e elas dessem-lhe que foi um sonho e ela também concordou.
Ao longo dos anos ela vai se esquecendo aquela noite. Uma noite a mãe dela mandou-lhe aos seus donos levar um cesto de ovos. Ela entrega-lhos e ao vir da casa dos donos passa pela estátua do rapaz de Bronze. Este chama-lhe e ela vê que aquilo não foi um sonho, e vai dar um grande passeio com ele para matar as saudades, pois ela já tinha 15 anos.
Num jardim de buxo, existia um canteiro de Gladíolos. Eles achavam que o lugar mais chique do jardim, era onde eles moravam. Achavam-se os mais importantes e diziam, que outras plantas, como o cravo cheiravam a dentista.
Os Gladíolos admiravam as Camélias porque elas não tinham perfume, admiravam ainda mais as plantas de Estufa. Mas realmente, as flores que eles amavam, eram as Tulipas, porque de Inverno o jardineiro dizia que as Tulipas eram muito caras e eles achavam que tinham as pétalas mais bem recortadas. Mas havia uma planta que eles detestavam, era o Muguet.
Um dia nasceu um Gladíolo e os seus companheiros, (Gladíolos) estavam a ser colhidos, e este tinha inveja dos seus companheiros. Um dia a dona disse ao jardineiro que não cria mais Gladíolos. Ele ficou muito triste e foi ter á estufa com as suas amigas, e depois foi dar uma volta.
Até que vê a dona de casa a dar uma festa e ele também quis. Então foi ter com o rapaz de Bronze (rei da noite), e convenceu-o a dar uma festa. Eles precisavam da Comissão de organização do baile que ia ser ele, a Orquídea, a Begónia, a Tulipa, o Cravo e a Rosa.
No dia seguinte de noite lá estava toda a comissão. Então decidiram que a festa ia ser na Clareira dos Plátanos e a orquestra ia ser constituída por Rãs, Cocos … Na Clareira dos Plátanos havia uma jarra e precisavam de decorá-la então decidiram que ficava lá bem a filha do jardineiro (Florinda).
No dia seguinte à noite um rouxinol cantou na janela da Florinda, ela desceu da janela e foi com o rouxinol. No caminho viu o rapaz de Bronze, ficou muito surpreendida porque pensava que ele era uma estátua, mas este explicou-lhe que durante a noite ele era livre como as flores.
Foram para o lugar da festa e sentaram-se na tal jarra e viram as flores a dançar muito bem. A Tulipa que fazia parte da Comissão sentou-se na margem do lago, passado um tempo viu um Nardo e começou a dançar com ele. Mas ele foi logo atraído pelo perfume da Muguet. A Tulipa voltou a sentar na margem do lago, o Gladíolo pediu-lhe para dançar mas ela não quis. O rapaz de Bronze e a Florinda estavam muito divertidos. Até que o dia renasce e todas as plantas foram para o seu canteiro e o rapaz de Bronze levou a Florinda já a dormir para casa.
Esta na escola conta ás suas amigas tudo o que se passou e elas dessem-lhe que foi um sonho e ela também concordou.
Ao longo dos anos ela vai se esquecendo aquela noite. Uma noite a mãe dela mandou-lhe aos seus donos levar um cesto de ovos. Ela entrega-lhos e ao vir da casa dos donos passa pela estátua do rapaz de Bronze. Este chama-lhe e ela vê que aquilo não foi um sonho, e vai dar um grande passeio com ele para matar as saudades, pois ela já tinha 15 anos.
Ficha de Leitura ( Noite de Natal )
Joana vivia numa casa, que no jardim tinha Tílias, Bétulas, um Cedro muito antigo, uma Cerejeira e dois Plátanos. Era debaixo do cedro que ela brincava, porque não tinha amigos. E quando era convidada para festas, os primos e os outros meninos, faziam troça dela, porque construía casas para anões.
Um dia ela estava em cima do muro do seu jardim, e viu passar um menino pobre. A Joana perguntou-lhe quem era, e ele respondeu que era o Manuel e que vivia no Pinhal. Depois de se conhecerem ficaram bons amigos, e ele foi brincar com ela para debaixo do Cedro, e isto todos os dias.
Até que passadas umas semanas chegou o dia de Natal.
Às sete da manhã, a menina levanta-se e veste o seu lindíssimo vestido.
Quando começa a noite, os convidados chegam. Todos eles foram para uma sala conversar, na qual, a menina não entrou. Então foi ver se tudo estava em ordem na mesa.
Joana depois de verificar a mesa, foi ter com a cozinheira Gertrudes. Perguntou-lhe se o Manuel estava a ter um Natal feliz. Gertrudes diz que não, mas ela não acredita.
A certa altura chegou a hora de comer. Toda a gente foi comer os pratos deliciosos de Gertrudes. No fim do jantar abriram-se as prendas.
A noite estava maravilhosa! Mas uma pessoa disse que já eram onze horas. Os pais de Joana mandaram-na para a cama, e eles foram para a missa do Galo. Ela vai ter com Gertrudes e pergunta-lhe se o que ela disse era verdade, Gertrudes disse que sim.
Joana fica a pensar no que ela disse, e decide dar os seus presentes ao Manuel. Sai de casa. Vai em direcção ao pinhal, pela rua deserta, pois toda a gente estava na missa do Galo. Quando chega ao inicio do pinhal, não vê nenhum sinal do casebre do Manuel. Ao longe, lá no céu, avista uma Estrela, e segue-a. Até que lhe aparece Baltazar, á frente, que também segue a Estrela com Joana. Depois aparece Gaspar, e depois aparece Melchior. Os três reis do Oriente, seguem a Estrela com ela. Depois de tanto andar a Estrela para na casa do Manuel. Estão lá dentro dois anjos a rezar perto dele, que está deitado num monte de palha a dormir. Ela e os três reis do Oriente deixam os seus presentes em frente do Manuel e dos Anjos.
Um dia ela estava em cima do muro do seu jardim, e viu passar um menino pobre. A Joana perguntou-lhe quem era, e ele respondeu que era o Manuel e que vivia no Pinhal. Depois de se conhecerem ficaram bons amigos, e ele foi brincar com ela para debaixo do Cedro, e isto todos os dias.
Até que passadas umas semanas chegou o dia de Natal.
Às sete da manhã, a menina levanta-se e veste o seu lindíssimo vestido.
Quando começa a noite, os convidados chegam. Todos eles foram para uma sala conversar, na qual, a menina não entrou. Então foi ver se tudo estava em ordem na mesa.
Joana depois de verificar a mesa, foi ter com a cozinheira Gertrudes. Perguntou-lhe se o Manuel estava a ter um Natal feliz. Gertrudes diz que não, mas ela não acredita.
A certa altura chegou a hora de comer. Toda a gente foi comer os pratos deliciosos de Gertrudes. No fim do jantar abriram-se as prendas.
A noite estava maravilhosa! Mas uma pessoa disse que já eram onze horas. Os pais de Joana mandaram-na para a cama, e eles foram para a missa do Galo. Ela vai ter com Gertrudes e pergunta-lhe se o que ela disse era verdade, Gertrudes disse que sim.
Joana fica a pensar no que ela disse, e decide dar os seus presentes ao Manuel. Sai de casa. Vai em direcção ao pinhal, pela rua deserta, pois toda a gente estava na missa do Galo. Quando chega ao inicio do pinhal, não vê nenhum sinal do casebre do Manuel. Ao longe, lá no céu, avista uma Estrela, e segue-a. Até que lhe aparece Baltazar, á frente, que também segue a Estrela com Joana. Depois aparece Gaspar, e depois aparece Melchior. Os três reis do Oriente, seguem a Estrela com ela. Depois de tanto andar a Estrela para na casa do Manuel. Estão lá dentro dois anjos a rezar perto dele, que está deitado num monte de palha a dormir. Ela e os três reis do Oriente deixam os seus presentes em frente do Manuel e dos Anjos.
Ficha de Leitura ( O Cavaleiro da Dinamarca )
Havia um cavaleiro que vivia na Dinamarca, numa clareira de uma floresta de pinheiros, tílias…
Na Primavera as bétulas enchiam-se de belas folhas, e a neve derretia. No Verão as crianças colhiam morangos, cogumelos… O vento do Outubro despia as árvores e no Inverno tudo ficava morto e imóvel.
Toda a gente reunia-se na casa do Cavaleiro para festejar o Natal. No fim da ceia, o Cavaleiro comunicou que o próximo Natal iria estar longe pois queria rezar na gruta onde nasceu o Menino Jesus, mas prometeu chegar no outro Natal seguinte
Partiu na Primavera e antes do Natal chegou à Palestina e visitou Jerusalém, Galileia e a Judeia. Na noite de Natal lá estava o Cavaleiro a rezar a Jesus.
Passado o Natal, despediu-se de Jerusalém e partiu para o porto de Jafa onde encontrou outros peregrinos. Entre eles estava um mercador de Veneza que ficou seu amigo.
Devido a uma tempestade, tiveram de parar em Ravena (Itália). O mercador aproveitou para o convidar a passar uns dias em sua casa, Veneza. Passados uns dias ele partiu e a meio caminho de Génova, passou por Florença, Ferrara e Bolonha…
Em Maio chegou a Florença, e ficou em casa de um senhor. Ao jantar falava-se de Matemática, Filosofia, Astronomia…
Algum tempo depois deixou Florença e dirigiu-se para Génova. Antes de chegar lá adoeceu e ficou no convento, durante muito tempo. Em Setembro, o cavaleiro foi para Génova. Quando chegou lá, todos os navios já tinham partido e desesperado, o cavaleiro foi a cavalo.
Quando chegou a Flandres era Inverno e ele alojou-se numa casa. O Inverno estava rigoroso mas ele seguiu viagem. Andou alguns quilómetros e chegou á povoação antes da sua floresta. No dia 24 de Dezembro saiu da povoação sua amiga e penetrou na floresta.
Era de noite mas teve de cumprir a sua promessa. A noite estava muito fria e a meio caminho o cavaleiro perdeu-se e ficou cheio de frio. Andou muito tempo perdido, até que viu uma luz ao fundo da floresta. Foi ao encontro dessa luz e avistou a sua casa. A luz era devida ao pinheiro da sua casa esta enfeitada, pelos anjos para lhe indicar o caminho. Assim, cumpriu a sua promessa e chegou a casa no Natal.
Na Primavera as bétulas enchiam-se de belas folhas, e a neve derretia. No Verão as crianças colhiam morangos, cogumelos… O vento do Outubro despia as árvores e no Inverno tudo ficava morto e imóvel.
Toda a gente reunia-se na casa do Cavaleiro para festejar o Natal. No fim da ceia, o Cavaleiro comunicou que o próximo Natal iria estar longe pois queria rezar na gruta onde nasceu o Menino Jesus, mas prometeu chegar no outro Natal seguinte
Partiu na Primavera e antes do Natal chegou à Palestina e visitou Jerusalém, Galileia e a Judeia. Na noite de Natal lá estava o Cavaleiro a rezar a Jesus.
Passado o Natal, despediu-se de Jerusalém e partiu para o porto de Jafa onde encontrou outros peregrinos. Entre eles estava um mercador de Veneza que ficou seu amigo.
Devido a uma tempestade, tiveram de parar em Ravena (Itália). O mercador aproveitou para o convidar a passar uns dias em sua casa, Veneza. Passados uns dias ele partiu e a meio caminho de Génova, passou por Florença, Ferrara e Bolonha…
Em Maio chegou a Florença, e ficou em casa de um senhor. Ao jantar falava-se de Matemática, Filosofia, Astronomia…
Algum tempo depois deixou Florença e dirigiu-se para Génova. Antes de chegar lá adoeceu e ficou no convento, durante muito tempo. Em Setembro, o cavaleiro foi para Génova. Quando chegou lá, todos os navios já tinham partido e desesperado, o cavaleiro foi a cavalo.
Quando chegou a Flandres era Inverno e ele alojou-se numa casa. O Inverno estava rigoroso mas ele seguiu viagem. Andou alguns quilómetros e chegou á povoação antes da sua floresta. No dia 24 de Dezembro saiu da povoação sua amiga e penetrou na floresta.
Era de noite mas teve de cumprir a sua promessa. A noite estava muito fria e a meio caminho o cavaleiro perdeu-se e ficou cheio de frio. Andou muito tempo perdido, até que viu uma luz ao fundo da floresta. Foi ao encontro dessa luz e avistou a sua casa. A luz era devida ao pinheiro da sua casa esta enfeitada, pelos anjos para lhe indicar o caminho. Assim, cumpriu a sua promessa e chegou a casa no Natal.
Ficha de Leitura ( Alberto na Ántarctida )
Estava na época de Natal, que era a favorita do Alberto.
Ao arrumar o seu quarto descobriu uma prenda ainda embrulhada Desembrulhou-a e viu que era um pinguim de peluche.
A mãe chamou-o para ir dar um passeio e ele pôs o pinguim na estante e lá foi ter com a mãe.
A avó estava sentada á beira da janela e disse para Alberto levar um chapéu pois o sol estava demasiado quente para a época.
Quando Alberto chegou a casa recebeu um convite dos primos para ir jantar a casa deles.
Ao chegar a casa era hora de deitar, e ele lá foi. Como não conseguia dormir, por causa do que a avó lhe disse, foi ter ao quarto da avó, perguntou-lhe porque é que o sol estava demasiado quente para a época. A avó pôs-se a contar-lhe uma história e este depressa adormeceu.
Sonhou que estava na Antárctida e uma pinguim chamada Ara pediu-lhe ajuda para subir para o gelo, pois não conseguia sair da água. Ara estava muito triste por causa do que o homem fazia ao seu habitat, que o destruía, com a poluição. Também estava muito triste, porque ás vezes, ela e o seu companheiro, tinham de deixar a cria sózinha exposta aos perigos, para ir pescar. O seu habitat estava cada vez mais quente, e se isto continuasse as suas criam iam morrer.
Quando chegaram á colónia, Ara deu comida á sua cria. Um pinguim estava triste, porque o seu companheiro tinha morrido e isto por causa da poluição que também afectava os ursos e a hibernação. Um petroleiro tinha afundado e o seu petróleo matou muitas espécies do mar.
Pouco tempo depois Alberto acorda e conta á avó o que sonhou.
Ao arrumar o seu quarto descobriu uma prenda ainda embrulhada Desembrulhou-a e viu que era um pinguim de peluche.
A mãe chamou-o para ir dar um passeio e ele pôs o pinguim na estante e lá foi ter com a mãe.
A avó estava sentada á beira da janela e disse para Alberto levar um chapéu pois o sol estava demasiado quente para a época.
Quando Alberto chegou a casa recebeu um convite dos primos para ir jantar a casa deles.
Ao chegar a casa era hora de deitar, e ele lá foi. Como não conseguia dormir, por causa do que a avó lhe disse, foi ter ao quarto da avó, perguntou-lhe porque é que o sol estava demasiado quente para a época. A avó pôs-se a contar-lhe uma história e este depressa adormeceu.
Sonhou que estava na Antárctida e uma pinguim chamada Ara pediu-lhe ajuda para subir para o gelo, pois não conseguia sair da água. Ara estava muito triste por causa do que o homem fazia ao seu habitat, que o destruía, com a poluição. Também estava muito triste, porque ás vezes, ela e o seu companheiro, tinham de deixar a cria sózinha exposta aos perigos, para ir pescar. O seu habitat estava cada vez mais quente, e se isto continuasse as suas criam iam morrer.
Quando chegaram á colónia, Ara deu comida á sua cria. Um pinguim estava triste, porque o seu companheiro tinha morrido e isto por causa da poluição que também afectava os ursos e a hibernação. Um petroleiro tinha afundado e o seu petróleo matou muitas espécies do mar.
Pouco tempo depois Alberto acorda e conta á avó o que sonhou.
Ficha de Leitura ( Marco e Luna na terra dos Gnomos )
Nas férias de Verão, os irmãos Marco e Luna e a cadela Estrela, decidem ir fazer um passeio pela floresta. Marco quer mostrar a Luna, um lugar magnífico, que tinha visto no ano passado, nas férias.
Antes de lá chegarem, sentam-se numa pedra. De repente avistam uma luz numa flor, que parece especial. Atentos e curiosos, olham cada vez mais, até que de repente aparecem umas criaturas muito pequenas e curiosas. Gobe, Gnoa e Gorab pareciam ser amigos. Vieram ao pé deles porque sabiam que eles eram amigos da Natureza. No desenrolar da conversa, Marco e Luna ficam surpreendidos, pois os Gnomos contaram-lhe que metade da floresta tinha ardido.
Os Gnomos fazem magia e eles vão parar a uma terra muito especial, onde á volta deles aparecem muitos Gnomos. O chefe dos Gnomos, Flohim, começa a falar para os irmãos, sobre as consequências que o homem provoca em relação á natureza e pede-lhes ajuda para concertar este mal. A ideia era, enquanto as crianças dormiam para elas começarem-se a preocupar com o mundo, com a magia dos Gnomos, passar-lhes uma mensagem. E assim foi.
Marco, Luna e Estrela tinham que ir embora. Despediram-se dos Gnomos com algumas lágrimas.
Eles também queriam fazer algo, então começaram por contar aos avós tudo o que tinham aprendido.
Antes de lá chegarem, sentam-se numa pedra. De repente avistam uma luz numa flor, que parece especial. Atentos e curiosos, olham cada vez mais, até que de repente aparecem umas criaturas muito pequenas e curiosas. Gobe, Gnoa e Gorab pareciam ser amigos. Vieram ao pé deles porque sabiam que eles eram amigos da Natureza. No desenrolar da conversa, Marco e Luna ficam surpreendidos, pois os Gnomos contaram-lhe que metade da floresta tinha ardido.
Os Gnomos fazem magia e eles vão parar a uma terra muito especial, onde á volta deles aparecem muitos Gnomos. O chefe dos Gnomos, Flohim, começa a falar para os irmãos, sobre as consequências que o homem provoca em relação á natureza e pede-lhes ajuda para concertar este mal. A ideia era, enquanto as crianças dormiam para elas começarem-se a preocupar com o mundo, com a magia dos Gnomos, passar-lhes uma mensagem. E assim foi.
Marco, Luna e Estrela tinham que ir embora. Despediram-se dos Gnomos com algumas lágrimas.
Eles também queriam fazer algo, então começaram por contar aos avós tudo o que tinham aprendido.
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